Redescobrindo

Ler é legal. Ler uma biografia, de algum músico bacana, também. Nos últimos tempos tenho feito muito isso. E sabe qual é o grande lance? Melhorar sua escrita? Enriquecer culturamente? Dizer que leu um livro para alguém e puxar assunto? Nada disso! É você redescobrir bandas. É, isso. Vamos falar de música. É provável que seja rock pesado. Decepcionado? Paciência. Não continue lendo…

Depois do surgimento do mp3, napster, soulseek, emule e os cara#$% a quatro, passamos a escutar muito mais música. E às vezes esquecemos daquele disco fod@ que enjoou de tanto que tocou ou que não demos o devido valor na época que foi lançado. Não é? Pelo menos comigo e meu cérebro 486 é assim.

Pois, então. Acabei de ler a biografia “Nada a perder” do Dave “genteboarockeirogentefina” Grohl. E, nela, se fala muito de… Nirvana. Especialmente do “Nevermind”, que foi quando o barbudo entrou, claro.

E, vamos lá, comecei a escutar coisas mais undergrounds por causa dos caras. É, ali por volta dos 13 anos, ficava ali no esquema disk mtv mesmo.

E eu escutei muito, mas muito mesmo esse disco. Levava para festinhas e, sozinho, ficava pogando sozinho feito um retardado. Parênteses: o disco quebrou numa dessas festas (e já estava zoado de tanto tocar). Fecha parênteses. É, mas tudo que é demais enjoa. Cansei do disco e tinha esquecido o quanto ele era espetacular. “Smells…”, “Litchium”,”Come as you are”, “In bloom” eram uns hitzãos fod@s. Mas a música que me deixava nas nuvens após um copo de vinho daqueles “sangue de boi” era a quarta faixa do lado a: “breed”. Era legal que dava pra cantar o refrão. “aidonqué”, “aidonqué”. “aidonmai”, “aindonmai”, “Shisê”, “Shisê”, “Shisê”…

Abaixo, o som em duas versões:

1) vídeozinhoengraçadopracompartilharinofeici

2) original

Claro, “drain you”, “polly” e “lounge act” também. Enfim, mas a questão é essa. Você volta a escutar um álbum que estava lá esquecido. É isso. Vou tentar fazer disso aqui uma sessão fixa no blog que, por sinal, não atualizava há séculos.

ps: Vale a leitura, claro, o “Nada a perder”, que teve apoio de ótimo site/portal/blog “eu tenho mais discos que amigos”.

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